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Uma bibliotecária que gosta de bater um papo e apresentar curiosidades.

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IX CNA - Congresso Nacional de Arquivologia

11 de maio de 2022


Depois de muito tempo apenas participando de eventos online, com lives no youtube ou no Instagram, chegou a hora de se reunir novamente no presencial.

Foi o que aconteceu no inicio desse mês de maio de 2022. 

Ocorreu no Hotel Canasvieiras Internacional - Florianópolis, o 9º Congresso Nacional de Arquivologia. E como aluna do curso da UFSC não apenas fui prestigiar este evento mas também participei como voluntária durante dois dias do congresso. 

O tema principal foi "A transformação digital e o papel social da Arquivologia." A temática muito bem apresentada com plenárias, apresentações de trabalhos incríveis e eventos paralelos durante as manhãs da semana. 



Não querendo puxar para o meu lado mas, ao participar do evento paralelo na quinta-feira pela manhã do IX Encontro Nacional de Paleografia e Diplomática, foi uma das coisas mais importantes nessa minha jornada acadêmica. Entender mais sobre a Paleografia e sua importância, de como é uma área incrível e completa. 

Conheci grandes profissionais de todo o Brasil, descobri mais sobre as publicações da UFSM e como o departamento de arquivologia deles é completo. Tive a oportunidade de conhecer o professor Marcelo Nogueira de Siqueira (AN /UNIRIO). Vi pessoas que já citei em meus trabalhos acadêmicos, tomei cafézinho com amigos e veteranos.

A falta de um evento presencial, e dessa grandiosidade me deu mais animo para me esforçar e estudar. Me tornar uma melhor profissional. 

Amo ser bibliotecária, vocês sabem que sim, mas a arquivologia tem se mostrando tão grande e me completado tão bem que trazer só a notícia sobre o evento que passou me deixa feliz. Tantos profissionais e pesquisas interessantes durante o CNA que finalmente não tenho mais aquela dúvida do "será se estou fazendo a coisa certa? será se estou estudando e vou continuar na área?". Sim, e é apenas o segundo ano, tem muita água ainda para passar por baixo dessa ponte.


Fiquem bem e Au revoir.

Descobrir o novo por conta própria

26 de janeiro de 2022

Quando foi a última vez que você escolheu algo sem ver um review antes? Não estou dizendo um produto como um celular ou um eletrodoméstico, digo algo que faz parte do seu hobby e te faz a pessoa que você é.

Recentemente eu estive pensando sobre isso. Um tempo atrás comprei um livro porque li vários reviews no Skoob, no Instagram e no Twitter, todos os comentários diziam como o livro era agradável e interessante e de como a leitura fluía. Fui lá e comprei o livro. 

Não passei de 20 páginas. 

Mas como diz nosso querido Ranganathan: 

Para cada leitor o seu livro.

Para cada livro o seu leitor. 

O livro ainda está na minha coleção, é uma linda edição e o momento que eu comecei a ler o livro não me animou. Mas sei que um dia irei ler pois, quero ler esse livro!

Mas, não é disso que eu estava falando. O que quero apresentar é, como decidimos o que gostamos e consumimos e montamos nossos gostos e lazer de acordo com que outras pessoas já leram. Buscamos validação daquilo que consumimos e se ele está na moda? Todo mundo esta lendo então devo eu ler também? 

Quando estava na quinta série (acho que é o sexto ano atualmente), minhas professoras levavam nossa turma para passar uma hora dentro da biblioteca minúscula da escola para escolhermos o livro que queríamos. Mesmo tendo internet, não é como atualmente. Escolhíamos um pela capa ou pelo o título e folhávamos. 

Nisso sabemos a importância de que o início de um texto deve ser cativante, por cauda desses exemplos que estão na nossa memória.

O que ouvir no seu streamming de música ou ver sem olhar o que as críticas estão dizendo sobre, ou quantos Oscars o elenco do filme possui não deveriam ser o que nos faz escolher.

Entrar em uma livraria e olhar, buscar tesouros assim como quando éramos crianças. Sei que o tempo parece mais curto a cada dia que passa, sei sim. Em um piscar de olhos eu já sou adulta e também perdi essa essência, mas não devo eu montar meu próprio gosto pessoal?

Ver um filme, ouvir uma música, ler um livro e achar que não é aquilo tudo e bater na mesa durante uma reunião de amigos e falar que não quer nem ver o autor/diretor/cantor pintado de ouro na sua frente pela péssima experiência?? Ou descobrir que o escritor de um livro de 38 páginas é o único ser humano que consegue te compreender e que nessas 38 páginas ele conseguiu expressar aquilo que você nunca conseguiu?? 

Dê um passeio pela sua cidade, descubra algo por si mesmo. Entre em um sebo ou livraria, olhe um artista semelhante que aparece no final da sua playlist. Surpreenda-se ou decepcione! Monte histórias. E claro, depois me conta!!

Com carinho,

Amanda.

Feliz 2022, o ano das esperanças

2 de janeiro de 2022

Detail: Portrait of a Woman, 1808, by Robert Lefèvre (French, 1755-1830)

Passamos por muita coisa nesses últimos dois anos, e pelo que parece as coisas estão voltando ao normal. Não ao nosso antigo normal. Sofremos muito. Tivemos grandes perdas e enfrentamos dificuldades que a tempos não vivenciávamos. 

Mas um novo ano nasceu e com ela esperanças. Um futuro possível. Até as coisas melhorarem pode acontecer de tudo, mas devemos estar unidos e fortes. 

Se cuidem, tomem o reforço da vacina, tomem a vacina da gripe, usem máscara, se hidratem e comam bem. Cuide do seu próximo e ame a si mesmo. 

2022 apenas começou, e com ele o Sol brilha mais intensamente sobre esta terra.

Feliz ano novo querides! 

Querido 2020

6 de dezembro de 2020

     Esse ano aconteceu de tudo, mas parece que estamos no mesmo lugar, certo? Senti saudades de vocês e decidi retornar. Faltam poucos dias para o natal e para esse ano acabar e ainda estamos em quarentena. Nem parece que no inicio do ano estávamos planejando viagens, projetos e tínhamos sonhos para se tornar realidade. Mas nada saiu como o esperado. Começamos a nos acostumar com o novo normal e nosso dia a dia se encheu de cuidados - que já deveriam sempre estar presente no nosso cotidiano. 



    Como alguns sabem eu me formei. Entrei na universidade em 2016, mesmo bem doente e passando por dificuldades trazidos pela Doença de Crohn, consegui chegar até o final no "prazo". Fui bolsista de um projeto de extensão incrível (que relatarei em um post futuramente), fiz pesquisa e fui estagiária em locais maravilhosos. Tudo isso me moldou como a adulta que finalmente sou. Ás vezes esqueço que sou adulta, já parou para pensar que não há uma "ficha que cai" ou algum grande acontecimento, mostrando que você é adulto? As pessoas te tratam diferente, falam diferente, mas você não nota. Na cabeça ainda é aquela adolescente que recém abriu uma conta no banco.

    Mas não é sobre isso que eu quero falar hoje. Quero falar por onde eu andei esses últimos anos.     

    Aperfeiçoei meu inglês, aprendi uma língua nova - coreano, voei para São Paulo com minhas amigas para ir em um show, fui para eventos da faculdade sozinha e me hospedei em hotéis sozinha, me formei, fiz concurso público pela primeira vez, não passei em concurso público, cortei o cabelo, deixei crescer, fiz franja, deixei crescer novamente, aprendi a fazer delineado sozinha, escrevi fanfics, escrevi um conto, cozinhei, emagreci, engordei, emagreci novamente, piorei do Crohn, melhorei do Crohn. Vi meu pai ficar doente, vi meu pai melhorar, tirei o aparelho, coloquei aparelho, peguei corona vírus, sarei do corona.

    Quando estamos vivendo nosso dia a dia não percebemos o quão fortes ou por quanto nó passamos, não  nos valorizamos e achamos que estamos parados, ou até mesmo que regredimos. Isso não é verdade. Esse ano foi difícil, para todos. Estamos todos no mesmo barco. O que eu quero dizer é que, está difícil mas seja forte! Você não está sozinhe. 

    E bem-vindos de volta!

Aquarela em minha vida...

23 de abril de 2016
Hello jovens,

Depois de muito tempo eu percebi que esse post estava no rascunho, acho que devo ter apenas salvo ao invés de publicar.
Então, a grande noticia é de que eu apareci no blog da Juliana Rabelo ( yeeeeeey!!). Sim, aquela artista, ilustradora, professora e aquarelista fofa. Foi em setembro do ano passado (2015). Eu coloquei no Instagram a foto do desenho que fiz, baseado em um dela. ~estava treinando os traços com hidrocor~ e marquei seu perfil. E olha onde apareci: 



Siiiim! Ó eu alí!! 
Eu sempre tive paixão por artes, história... Fiz aula de pintura em tecido quando pequena, participei de um concurso de desenhos patrocinados pela Barsa. Tive uma daquelas maletas da Barbie que tinham um monte de coisas dentro. 
Foi então, que uma amiga minha que tem mão delicadas, sutis e mágicas (leia-se aqui Ana Cláudia do blog Marin Pisang) me apresentou o mundo incrível das aquarelas e dos sketbooks.
Comecei timidamente com o lápis aquarelável, depois fui para o giz pastel e então finalmente comprei um godê e um estojo de aquarelas em bisnaga.  






E como as coisas que eu faço pra desestressar, a aquarela ajuda nesse processo também.
Além da Juliana, tem também um muito bom que é o da AnaBlue.
Vale a pena acompanhar. Espero que tenham gostado. Até depois!

Com beijinhos e abraços,
Apenas Clássica. ❤