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Uma bibliotecária que gosta de bater um papo e apresentar curiosidades.

A Força da Matéria - Joan Miró

8 de novembro de 2015
Tenho novidades...


Ao todo 112 abras no local, 41 pinturas, 22 esculturas, 20 desenhos, 26 gravuras (ponto de partida de esculturas). Chuva, comum em Florianópolis. E foi assim jovens, que eu criei vergonha na cara, levantei cedo, peguei dois ônibus para ir visitar essa bela exposição do artista nascido na Espanha. Uma das maiores exposições está ocorrendo até o dia 15 de novembro no CIC em Floripa. Para não pegar na ultima semana, eu decidir ir na penúltima semana, já que presumi que não estaria muito cheia. Ao se tratar de sessões programadas, entradas controladas e com um guia que explica sobre cada fase que a exposição estava organizada. Para não ir sozinha, fui com uma amiga que também enfrentou a chuva fria. A mostra, que é produzida e organizada pelo Instituto Tomie Ohtake, de São Paulo, em parceria a Fundação Joan Miró, de Barcelona. Antes de chegar a Florianópolis, ela passou por São Paulo. As duas foram as únicas cidades brasileiras a receber a mostra.

Na entrada, tínhamos um lugar para colocarmos a bolsa e a sombrinha, câmera é permitido, mas sem flash.

Joan Miró - Fotografia
Agora, um resumo sobre Miró que se encontra na página do MASC:

Sobre o artista 
Joan Miró nasceu em Barcelona, em 1893, na Catalunha no final do século XIX e, ainda muito jovem, participou das vanguardas artísticas que agitaram a vida cultural espanhola no inicio do século XX. Desde o início, Miró praticou uma pintura de colorido intenso, com forte influência do movimento fauvista, que na França, teve como seus principais expoentes os artistas Henry Matisse e Maurice de Vlaminck.
Uma grave doença levou-o a passar uma longa fase em Montroig. Nesse período, resolveu dedicar-se inteiramente à pintura. A vida, o trabalho no campo e a forte paisagem da região exerceram grande influência na formação de sua linguagem plástica.
Miró viajou a Paris pela primeira vez em 1920 e o impacto artístico e cultural da cidade sobre ele foi de tal ordem que permaneceu sem pintar durante toda a sua estadia parisiense. Entretanto, se aproximou das artes de vanguardas: conheceu o revolucionário cubista Pablo Picasso e impressionou-se com as ideias de Tristan Tzara, o grande agitador do movimento Dada, fez amizade com André Masson e inúmeros intelectuais. André Breton, líder do movimento surrealista afirmou que "Miró é o mais surrealista de todos nós", ao se referir aos outros artistas membros daquele movimento. Miró nutre grande simpatia pelo movimento, mas permaneceu sempre independente. A liberdade será, durante toda a sua vida, um modo de pensar e de pintar.






Eu, linda e formosa. Sorry por essa pose de turista! 
Eu e a senhorita Júlia.
Bem, como veem, não tem legenda nas obras, pois quando eu fui ver, as fotos dos nomes o zoom embaçou tudo.  Se vocês conhecem os nomes certinhos, me digam certo? Espero que tenham gostado, eu aprendi bastante!

Mais detalhes: http://www.masc.sc.gov.br/

Com carinho,
Apenas Clássica. 
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